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(…)música aparece do chão, cresce, causa um ecstasy incontrolável, selvagem, na mistura ‘deste’ talento escondido, desconhecido nas criaturas mais ordinárias, controla, causa, desflora e no inferiorizo de um segundo o raro colossal momento de estrema, suprema espontaneidade em que a mestria dos passos que é o rasto, fundição entre o ser humano e o prazer de gostos expressos em vibrações, é raro tal vocação, mas o sentido disto libertou-se, arrastou-se numa dança única que nem os passos medidos de uma coreografia aperfeiçoada causa tanta excentricidade como simplicidade como sofrimento como alegria, intoxicação, dependência, imaginação como beleza como amor, adrenalina e beleza corporal, ilusão; as vistas bem postas em algo único em alguém vulgar, numa pista de dança de um bar ou discoteca banal, estas se apercebem que nunca mais virão uma realidade assim de novo, é escasso tal sortilégio, neste mundo de deslocamentos pesados, mensurados(…)
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